Bem-vindos!

Toda noite, antes de dormir, penso em vocês, e programo algo bem bonito para postar. Assim, vou dormir feliz, com pensamentos bons.
No dia seguinte, após acordar e fazer o que costumamos fazer nas manhãs, sento-me e posto algo bem bonito para vocês.
Assim, meu dia começa bem!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A primeira auto-ajuda que conheci

A primeira foi Pollyanna, claro. Para quem nasceu há pouco, explico:Pollyanna é a personagem mais famosa da escritora americana Eleanor Porter, essa bonita moça à direita. Uma órfã (como as personagens Anne of Green Gable,Tom Sawyer, Oliver Twist, a pequena Annie) que vai morar com a tia rica, a Tia Polly.  Lá, ela ensina ao mundo o Jogo do Contente. Tal jogo foi ensinado por seu pai, que era missionário. (leia-se pobre, religioso e bom) . Conta Pollyanna que ela queria muito uma boneca. Era a coisa que mais queria na vida! Aí, no Natal, chegou a "barrica do missionário", presentes que as pessoas ricas davam para as pobres. Nela, não havia bonecas mas um par de muletas. E o pai ensinou o jogo do contente: que bom que não precisa usar muletas!

Na minha geração, ser Pollyanna era feio. Era ser alienado. O importante era enfrentar os problemas, lutar pela boneca, pela justiça social etc. Sim, é verdade. Mas também é importante não se deixar abater e não se infelicitar por falta de coisas materiais. Excessos materiais.  Claro, que Dom Helder já nos ensinou que " é preciso um certo conforto material para o exercício da virtude", mas podemos fazer lindas bonecas de papel e ser feliz sem extras!
O jogo do contente não tem nada a ver com a frase "se a vida te der limões faça limonada". Por dois motivos: limonada sem açúcar é intragável e, embutida nela , há um sentido de produtividade.
Jogo do contente tem mais a ver, talvez, com a frase que um dia eu ouvi de um cristão convicto. Ele era um homem sorridente e explicou: ora, se eu sou cristão eu me considero salvo! Logo, tenho de ter cara de salvo!  e riu.
Pollyanna também me instruiu a beleza dos cristais. Acho que devo der visto o filme antes de ler (quatro mil vezes) os livros (Pollyanna e Pollyanna Moça) e eu já brincava com um cristal e as réstias de sol desde muito pequena e mantenho o hábito até hoje. Deixo um colar de cristal na janela, esqueço um CD velho sobre um móvel onde saberei que o sol irá bater entre outras cores.  Pollyanna me apresentou a um dos meus ídolos infantis, Halley Mills, a inglesa que me deslumbrou no outro filme da Disney "Parent Trap".
Então, para quem gosta de Pollyanna, quem gosta de bonecas de papel, clique nesse LINK, e baixe a Pollyanna! E Imprima, e volte a brincar de contente!!!

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